segunda-feira, 12 de setembro de 2016

12.09.2016 - COLMAR

Encerrada a essa visita a Estrasburgo, iniciamos uma nova jornada pelas típicas cidades da Alsácia, onde a cultura alemã termina e onde começa a cultura francesa e vice-versa. A primeira delas foi Molsheim. O centrinho muito bonito, porém, havia uma feira com suas tendas e furgões, empatando toda e qualquer tentativa de obter boas fotos.  Eis como encontramos a praça:

E aqui uma imagem de um lado da praça, tentando captá-la sem toda aquela movimentação.

Mas fomos compensados com a visita a sede da fundação Bugatti, que é uma espécie de museu relacionado com a famosa marca, assim como com os usos e costumes da região. Ao que se sabe, a Fundação Bugatti patrocinou a reforma e recuperação da Chartreuse, uma abadia plena de história. Uma maquete dá conta de como foram as obras de reconstrução.

Bugatti automóveis é uma marca de automóveis fundada por Ettore Bugatti em 1909, com sede  em Molsheim. Um dos seus modelos, o T35 (Tipo 35), iniciado em 1924, é considerado o maior vencedor de corridas de todos os tempos, atribuindo-se-lhe 1850 vitórias em competições.





No  próximo dia 16 haverá outra edição do Festival Bugatti. Pena que já estaremos distantes daqui.

Colhi do Youtube o vídeo abaixo que dá uma idéia do que será o festival.

Enfim, parece que a cidade vive em torno da marca Bugatti. Assim que chegamos à cidade encontramos uma pequena mostra, inclusive uma escultura do idealizador Etore Bugatti.



Caminhamos um pouco pela cidade colhendo algumas fotos de outros lugares.




Na seqüência partimos para a segunda cidade da Rota dos Vinhos: Obernai. No nosso conceito trata-se do mais belo conjunto arquitetônico da Alsácia. Ao chegar no centrinho histórico para qualquer lado que se olhe tudo é deslumbrante.




Depois fomos conhecer o Château du Haut-Koenigsbourg, uma antiga fortaleza do Século XII que ficou abandonada por um longo período mas passou por uma reformulação no início dos anos 1900. Enfrentamos ladeiras e escadarias sob um sol de trinta (30) graus, mas valeu a pena.







Finalmente passamos por Sélestat que oferece várias obras arquitetônicas, compreendendo a época  românica até a renascença. A cidade floresceu no século XV após terem inaugurado uma escola de latim, e em 1452 foi inaugurada a biblioteca humanista, fazendo da cidade um dos grandes centros culturais da Alsácia.

Além da Biblioteca Humanista, outras lindas atrações da cidade são as igrejas Église St-Georges, construída entre os séculos XIII e XV com sua linda torre de 60 metros de altura, e a Église Ste-Foy construída no final do século XII e renovada no século XIX.





Da antiga muralha só existem ruínas e algumas torres. Duas das torres mais famosas são a Tour des Sorcières (torre da bruxa), construída em 1216 e utilizada no século XVII como uma prisão para mulheres acusadas de bruxaria. A outra torre se chama Tour de l’Horloge, a torre do relógio, construída em 1280. 

Encerradas as visitas nos instalamos em Colmar, ponto estratégico para o prosseguimento da nossa viagem, tanto para os lados da Suíça como permanecendo em solo francês.

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