sexta-feira, 16 de setembro de 2016

16.09.2016 - MULHOUSE

Quando elegemos Mulhouse como base, levamos em conta alguns fatores já mencionados em posts anteriores e mais o fato de estarmos muito perto da cidade de Basiléia, na Suíça. E com Elvis na cabeça pensamos: It's now or never. Vinte minutos de trem e desembarcamos. Com o tempo fechado e um pouco de frio, decidimos fazer um tour com serviço apropriado.

Assim, durante quase 3 (três) horas percorremos a cidade inteira, recebendo informações através de fones de ouvido, com o que pudemos ter uma idéia da cidade como um todo. Durante o percurso não fizemos fotos eis que o ônibus era fechado e o reflexo nos vidros interferia negativamente nas imagens. Fiz apenas esta, para mostrar como o transporte público de superfície - tram - continua sendo implantado não apenas na Basiléia como em outras cidades.



Por outro lado, tivemos algumas paradas estratégicas, sendo a última de 30 (trinta) minutos, quando então pudemos fotografar alguns lugares da cidade.







Aqui, o que restou das muralhas medievais que circundavam a cidade e serviam de proteção contra invasores.




Salvo melhor juízo, não é uma cidade turística. Mas pudemos sentir que se trata de um lugar onde há muita riqueza em curso, principalmente em função do porto junto ao Rio Reno e pela indústria química, como a Novartis e a Roche.


Aqui, a sede da Roche.


Outro registro interessante é a tríplice fronteira. Ao longe, é possível ver as bandeiras da Alemanha e da França, delimitando a fronteira entre os dois países. Do lado de cá do Rio Reno, a Suíça.


Para quem dispõe de mais tempo, a cidade oferece muitas opções culturais, dentre as quais, a existência de mais de 30 (trinta) museus. O Tinguelyy é um deles.


Findo o passeio, partimos para um almoço mais leve do que costumeiramente temos feito e na sequência voltamos para Mulhouse, pois amanhã tem mais.

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