domingo, 18 de setembro de 2016

18.09.2016 - LAUSANNE

Amanheceu com chuva e frio. Mas em Lausanne, um dos programas obrigatórios é uma visita ao Museu Olímpico. Então... Nosso hotel fica fora da cidade, perto da estação de trem e de pontos de ônibus. Mesmo assim pensamos em ir para a cidade de carro. O rapaz da recepção do hotel nos convenceu a utilizarmos o transporte público. O hotel fornece os tickets gratuitamente e poderemos utilizar qualquer linha de ônibus ou metrô durante todo o dia. Seguimos o conselho e confesso que foi uma boa solução. 

Deixamos o ônibus e caminhamos uns 50 (cinquenta) metros até a estação do metrô. Dalí, próximo da Pont Charles Bessières, se avista a Catedral de Lausanne, um ícone da cidade que pretendemos conhecer.  




Com apenas uma conexão chegamos de metrô junto ao Lago Leman. Logo ao desembarcar na estação Ouchy-Olympique nos deparamos com o bonito Cháteau d’Ouchy e sua torre do século XII.



Antes de ir ao museu andamos um pouco pelas proximidades do lago fazendo algumas fotos.






A ideia de um museu para comemorar o espírito olímpico remonta a Pierre de Coubertin que reviveu os Jogos Olímpicos e fundou o Comitê Internacional Olímpico (CIO). O Museu olímpico inaugurado em 1993, no distrito de Ouchy, Lausana, é inteiramente dedicado às nações que se juntam em jogos esportivos. Uma excepcional construção na mais bela localização do Lago de Genebra é o lar de exposições interativas, documentos, filmes e coleções de objetos valiosos da Grécia antiga aos tempos modernos. O museu é o maior centro de informações do mundo dedicado aos Jogos Olímpicos. Lausanne é a sede do Comitê Olímpico Internacional, o que explica a construção do museu na cidade. 

Seguindo à esquerda do Cháteu d’Ouchy, passando pelos jardins da Place du Port e os casarões da rua Quai de Belgique, chega-se ao Museu Olímpico. 




Ao longo da escadaria que dá acesso ao museu propriamente dito, muitos pequenos painéis, quase todos com informações sobre atletas brasileiros. Selecionei dois: Ademar Ferreira da Silva e Garrincha. Também um monumento com a chama acesa.




A aquisição dos ingresso fica junto loja de souvenires onde notamos uma grande quantidade de produtos à venda com temas relacionados com as olimpíadas recém realizadas no Brasil. No momento há um setor dedicado unicamente às olimpíadas do Rio.



Há inúmeros audiovisuais à disposição dos visitantes. Festas de abertura e encerramento, competições, declarações de atletas, e assim por diante. Creio que num dia apenas não é possível esgotar todas as informações sobre o espírito olímpico.

Também estão expostos alguns equipamentos utilizados nas competições, trajes, bandeiras, e uniformes utilizados pelos atletas. 






Uma das alas mais interessantes é aquela que expõe as tochas olímpicas





e outra dedicada aos modelos de medalhas utilizadas para premiar os vencedores ao longo das olimpíadas já realizadas. 





Gostei sobremaneira de ver exposta a flecha utilizada para acender o fogo olímpico nos jogos de Barcelona, em 1992, que foi um momento emocionante.



Não poderia faltar, por óbvio, a exposição dos mascotes alusivos a cada olimpíada.



Ganhamos o dia realizado esta visita.

A chuva aumentou. Almoçamos e fomos conhecer a Catedral de Lausanne. Construída com estilo gótico no século XIII, tornou-se calvinista após a Reforma Protestante do século XVI. Desde 2003, ela abriga um enorme órgão de sete mil tubos, que é usado em concertos e eventos.





Em frente à catedral, existe um mirante com vista privilegiada para a cidade, o Lago Léman. Com o tempo encoberto não foi possível ver os alpes franceses.




Também não tivemos ânimo para percorrer por outros pontos da cidade pois a chuva não deu trégua.  Fomos andando até o ponto de ônibus, colhendo as últimas imagens desta simpática cidade.


Sapatos e meias molhadas são um perigo para pessoas na nossa idade (rsrsrs), indicado a prudência que deveríamos retornar ao hotel. Foi o que fizemos.

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