A língua portuguesa falada no Brasil, necessariamente não é a mesma daquela falada em Portugal.
Certa feita, rodando por Portugal, me deparei com uma placa (foto ao lado) que aguçou a minha curiosidade.
A palavra fresco, no cotidiano brasileiro, é amplamente usada para descrever comportamentos ou personalidades, tais como pessoa exigente ou cheia de mimimi, alguém muito esquisito com comida, limpinho demais, que reclama de tudo ou não aceita situações desconfortáveis, etc.
Em alguns contextos informais e gírias mais antigas do Brasil, a palavra também já foi usada como termo pejorativo em relação a homens homossexuais ou vistos como delicados, embora hoje em dia seja usada no cotidiano de forma muito generalizada para indicar quem é "exigente" ou "cheio de manias".
O Museu do Fresco está localizado na histórica vila medieval de Monsaraz, no concelho de Reguengos de Monsaraz, na região do Alentejo, Portugal.
O espaço museológico funciona no edifício dos Antigos Paços do Concelho (ou Antigos Paços de Audiência), um imóvel classificado como Monumento Nacional datado do século XIV.
A Obra Principal: O museu abriga o célebre e invulgar "Fresco do Bom e do Mau Juiz", uma pintura mural de grande valor histórico que retrata uma alegoria da justiça terrena.
A obra contrasta o juiz íntegro (associado à misericórdia) com o juiz corrupto (simbolizado pela perversão e por elementos demoníacos).
Sem dúvida, a curiosidade nos proporciona conhecimento.

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