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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

TOUS LES SOLEILS

Tous les soleils é um filme escrito e realizado por Philippe Claudel, com Stefano Accorsi, Neri Marcorè, Lisa Cipriani, Clotilde Courau e Anouk Aimée, em exibição a partir de março de 2011.


Alessandro habita em Estrasburgo com a sua filha Irina, 15 anos, e o seu irmão Luigi, contestador e fantasioso que vive como um auto-refugiado político do seu país, a Itália, desde a chegada ao poder de Silvio Berlusconi. Professor de Música barroca e tradicional, Alessandro também ocupa seu tempo lendo nos hospitais para pacientes idosos. Viúvo e solteiro desde praticamente o nascimento da sua filha, vivendo da lembrança de sua mulher, não reconstruiu sua vida amorosa. Irina, em plena adolescência sente-se sufocada pelo pai mas conta com a cumplicidade de seu tio. Numa de suas visitas ao hospital, Alessandro conhece Agathe da qual se torna muito amigo. Agathe vem morrer e quando dos seus funerais Alessandro conhece Florence, filha de Agathe, que não tinha bom relacionamento com a mãe. Se tornam amigos e acabam se apaixonando. Irina e Luigi promovem o reencontro dos dois no recital de música, que é a cena do vídeo.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO

Por Nara Rúbia Ribeiro

Em 2009, William Kamkwamba, jovem que inspirou a criação do protagonista do filme “O menino que descobriu o vento”, gravou um vídeo no qual ele introduzia a sua palestra com a seguinte observação: “Eu falarei rapidamente sobre uma das minhas invenções que tenho mais orgulho” e, a partir de então, descreve a “máquina simples” que mudou a sua vida para sempre.

Conforme descrito no site R7, William Kamkwamba nasceu em uma família de camponeses na vila de Kasungu, no Malaui. Apesar de sempre ter vivido na pobreza, a situação se complicou em 2001, quando uma seca assolou a região e causou grandes transtornos para toda a comunidade. Muitos morreram de fome e William e sua família passaram a se alimentar apenas uma vez ao dia.

Embora em condições precárias de existência, ele decidiu continuar na escola: “Eu estava determinado a fazer qualquer coisa para poder aprender. Então eu fui para a biblioteca e li livros de ciências, em particular de física”, conta. Ele não tinha domínio do inglês, contudo nem mesmo isso o impediu o analisar e de interpretar figuras e diagramas para tentar compreender o que estava nos livros.

Um desses livros, por “sorte” explicava como um moinho de vento poderia bombear água e até mesmo gerar eletricidade. Esse livro mudou para sempre o destino de William. “Bombear água significava irrigação. Uma defesa contra a fome, pela qual nós estávamos passando naquela época”. Foi aí que ele decidiu construir um moinho sozinho.

Com esse objetivo bem delineado, o menino inventor teve que improvisar matérias-primas essenciais para a construção. Para isso, valeu-se de um ferro-velho e juntou tudo o que julgou útil: “quadro de bicicleta, roldana, tubo plástico, ventilador de trator, amortecedor e outras peças enferrujadas bastaram para construir um moinho capaz de gerar 12 watts de eletricidade – suficiente para ligar quatro lâmpadas e dois rádios em sua casa. Depois, William partiu em outra missão: construir um moinho capaz de gerar no mínimo 20 watts, o suficiente para bombear água e irrigar toda a vila”.

Fonte: https://www.revistapazes.com

sábado, 24 de abril de 2021

A HISTÓRIA VERDADEIRA DO SOLDADO RYAN

A HISTÓRIA VERDADEIRA DO SOLDADO RYAN

O cinema usou a ficção para realçar um fato histórico, embelezando o trágico para torná-lo mais comovente e impactante

Autor de “Europa na Guerra — 1939-1945” (Record, 599 páginas, tradução de Vitor Paolozzi), o historiador britânico Norman Davies admite que “O Resgate do Soldado Ryan”, de Steven Spielberg, é, plasticamente, um belo filme, que conta uma boa história. Mas sugere também que a película não consegue — aliás, nem se propõe — esboçar um contexto histórico de qualidade. A construção de um cinema heroico, com americanos como protagonistas dos principais acontecimentos — outros fatos, como a Batalha de Kursk (americanos não estavam envolvidos), são propositadamente esquecidos —, agrada, porém, ao público. Sobretudo porque as fitas americanas são, no geral, tecnicamente irrepreensíveis.

O que Manuel P. Villatoro, do jornal espanhol “Abc”, mostra, no texto “El desconocido error histórico de ‘Salvar al Soldado Ryan’ con el Día D y el capitán Miller”, é que não se trata tão-somente de apresentar um contexto histórico — uma justificativa para não exibi-lo é evitar o didatismo e não tornar o filme muito longo — mais amplo e que permita que os espectadores entendam realmente o que está acontecendo na tela. Há outro problema no “largometraje” (longa-metragem).

No filme, o capitão John H. Miller — o ator Tom Hanks — procura um paraquedista da 101ª Divisão Aerotransportada que teria perdido seus três irmãos em combate. A história do combatente Frederick Niland (o nome real do militar; no filme, Ryan), frisa Villatoro, “é bastante fidedigna”. O problema é a história do militar que o busca. “O protagonista em questão se chamava Francis L. Sampson e não dirigia tropas no front. Nada mais longe da realidade. Era um capelão da 101ª Divisão Aerotransportada”, anota Villatoro. Já “o Miller real não era nem um mestre nem um combatente excepcional dos Rangers”.

O livro “Lo Que Nunca te Han Contado del Día D” [Principal, 408 páginas, de Pere Cardona e Manuel P. Villatoro] relata que Francis L. Sampson nasceu em Iowa, em 1912, e era filho de um empresário do ramo de hotelaria. A família era de classe média. Depois de graduado na Universidade de Notre Dame, entrou para o seminário de St. Paul, em Minnesota, pois planejava dedicar sua vida a Deus. Tornou-se sacerdote em 1941, atuando no Estado onde nasceu. O ataque japonês em Pearl Harbor, em 7 de dezembro de 1941, levou-o a se alistar no exército. (O Japão certamente “afundou” a Alemanha ao atacar os Estados Unidos. A Segunda Guerra Mundial ficou menos difícil para os Aliados com a conquista do apoio direto dos americanos.)

No exército, para o qual entrou em 1942, Francis L. Sampson não era soldado, e sim capelão militar. Quando o exército solicitou um capelão para uma unidade de paraquedistas, o religioso se apresentou. Ele conta, nas suas memórias, que, ao aceitar a incumbência, não sabia que também teria de se submeter a treinamento duro e saltar de paraquedas. Se soubesse, confessou nas memórias, talvez tivesse desistido da empreitada.

Mesmo tendo treinado como qualquer outro militar, as armas de Francis L. Sampson eram uma estola, uma bíblia e um crucifixo. O sacerdote era tratado com carinho pelos paraquedistas que foram treinados para atacar os alemães na Normandia, na França. Eram os homens do Dia D. Ele escreveu que “palavras amáveis”, de conforto afetivo e espiritual, às vezes eram mais úteis do que um paraquedas de reserva.

Os irmãos Niland: dois, Preston e Robert morreram
durante a Segunda Guerra Mundial, em 1944

Villatoro relata que, “no verão de 1944, Sampson, membro do 501º Regimento de Infantaria Paraquedista da 101ª Divisão Aetrotransportada, recebeu ordens de se lançar com seus companheiros atrás das linhas inimigas nas primeiras horas do desembarque na Normandia. Ele pulou do avião, um C-47, e, ao cair, perdeu o missal e o crucifixo. Mesmo sob bombardeio intenso dos alemães, decidiu procurar seus objetos e os encontrou. Pôde, assim, continuar sua missão como capelão, confortando os soldados. Ele não portava armas.

Depois do Dia D, Francis L. Sampson conversou com um soldado da 101ª Divisão Aerotransportada e sua história o deixou comovido. Villatoro pontua que há “várias versões” para o fato. “O sacerdote deixou escrito em suas memórias que, enquanto estava acampado com seu regimento na praia de Utah à espera de que os buques os levassem de volta à Grã-Bretanha, um soldado chamado Frederick Niland o procurou e disse que um de seus três irmãos (Robert, da 82ª Divisão Aerotransportada, também presente no desembarque) havia sido morto em combate e que seu corpo estava no cemitério de Sainte-Mére-Eglise. ‘Nós entramos no meu Jeep e andamos 20 quilômetros até a cidade’, deixou escrito nosso protagonista”, registra Villatoro.

Quando chegaram à cidade, informaram a Frederick Niland que não havia nenhuma tumba com o nome de Robert, e sim de “um tal Preston Niland”. “Padre, este é meu irmão também. Era tenente”, disse Frederick Niland.

Depois de investigar, o capelão Francis L. Sampson descobriu que a tragédia era ainda maior, pois Frederick Niland havia perdido também outro irmão, Edward Niland, da Força Aérea, em maio de 1944, quando participava de uma operação de bombardeio a bordo de um B-25.

Ao perceber o infortúnio da família Niland, o padre Francis L. Sampson escreveu para seus superiores e pediu que dispensassem o soldado Frederick Niland. “Sua mãe pelo menos teria um filho para consolá-la”, escreveu o religioso.

A versão de Francis L. Sampson não bate com a do celebrado Stephen Ambrose e a do filme de Spielberg. Vale sustentar que cinema não é história, e sim arte e entretenimento? É provável. A história verdadeira do soldado Ryan é menos heroica do que a do filme de Spielberg. Mas os irmãos Niland devem ser considerados, por certo, como heróis da guerra que libertou a Europa do nazismo da Alemanha e de Adolf Hitler. Eles contribuíram para que a democracia persistisse como “regime” dominante no mundo.

“O Resgate do Soldado Ryan” pode conter falhas, porque o roteirista ampliou a ficção para tornar a história mais impactante, mas continua um belo filme. Coloca-se “emoção”, uma história de família, no meio da crueza de uma guerra — que, diria Louis-Ferdinand Céline, autor de “Viagem ao Fim da Noite” (traduzido com excelência por Rosa Freire D’Aguiar), é fruto da “razão enlouquecida”. No caso, a “razão esclarecida” era representada pela Inglaterra de Churchill, pela União Soviética de Stálin, pelos Estados Unidos de Roosevelt e pelo Brasil de Getúlio Vargas (que enviou 25 mil brasileiros para a batalha na Itália). A “razão enlouquecida” estava enfeixada nas mãos da Alemanha de Hitler, na Itália de Mussolini e no Japão de Hiroito. Quando não há mais possibilidade de pregar a paz, como o apaziguamento do inglês Neville Chamberlain, é preciso ir à guerra.

Fonte:revistabula.com

domingo, 24 de maio de 2020

CAVEMAN

CAVEMAN - INVENTION OF MUSIC
Homem pré-histórico vive o drama de amar a filha do chefe de uma tribo inimiga. Ele sai pelo deserto para encontrar a garota de seus sonhos e vive uma série de aventuras. Comédia com Ringo Starr (ex-baterista dos Beatles), Dennis Quaid, Shelley Long e grande elenco. Conta a história dos homens das cavernas, sua evolução e sociedade da forma mais hilária possível. A linguagem do filme são somente algumas palavras e grunidos pré-históricos, o que torna o filme universal. Impossível de não rir. No vídeo, a versão de como a música foi inventada.

domingo, 22 de março de 2020

AQUARIUS

Esta música é do filme Hair (1979), que foi inspirado na peça musical da Broadway (1968) de mesmo nome. Escrita por James Rado, Gerome Ragnee Galt MacDermot, a canção ficou por 6 semanas em primeiro lugar na U.S. BillBoard Hot 100, no ano de 1969. Ganhou vários prêmios, tais como: Grammy Award for Record of The Year e Best Contemporary Vocal Performance by a Group (este depois que o álbum The Age of Aquarius foi lançado). Na versão do filme, a performance da música é feita por Melba Moore.

domingo, 8 de março de 2020

BUTCH CASSIDY

Butch Cassidy e Sundance Kid são dois ladrões que fazem disso vida. Certo dia assaltam um comboio de uma pessoa muito importante, que não vai dar tréguas aos dois amigos, contratando um grupo de cowboys comandado por um xerife incorruptível. Ao longo da película, vai-se desenrolando uma série de peripécias, onde os dois amigos fazem de tudo para escapar, até, num acto de desespero fugir para a América do Sul, mais precisamente para a Bolívia, devido aos problemas que tinham com a justiça dos Estados Unidos. Um western cheio de acção com os astros Paul Newman e Robert Redford.
A cena é embalada pela não menos clássica canção composta por Burt Bacharach e Hal David, “Raindrops Keep Fallin’ on My Head“, vencedora do Oscar de Melhor Canção Original.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

A BOLHA ASSASSINA


The Blob (br.: A Bolha Assassina) é um filme estadunidense de 1958 do gênero Horror. Produção independente distribuida pela Paramount, de parcos recursos e realização precária, valorizada por ser colorida (a maioria dos filmes equivalentes na época eram em preto & branco) e pela presença do futuro astro Steve McQueen no papel do jovem protagonista. O filme inspirou a canção "Beware of the Blob" (gravada pelo grupo de estúdio The Five Blobs), escrita por Burt Bacharach (então desconhecido, co-autor da trilha sonora) e Mack David. A canção tema chamada The Blob foi composta por Ralph Carmichael (Wikipédia). Entre nós a música foi gravada pelo conjunto The Bells, um dos tantos grupos importantes dos tempos da Jovem Guarda. A gravação é de 1963.  

sábado, 1 de fevereiro de 2020

A VIDA COMO ELA NÃO É

Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, em "Casablanca", trocavam olhares; isso não ocorre mais na TV
Humphrey Bogard e Ingrid Bergman,
em "Casablanca", trocavam olhares;
isso não ocorre mais na TV
PROGRAMAS TELEVISIVOS ENSINAM COMO A VIDA NAO É
Umberto Eco


Na televisão, os casais na cama fazem uma ou mais das seguintes coisas: fazem amor, brigam ou discutem porque um deles está com dor de cabeça. Às vezes simplesmente se dão as costas sem se escutar. O que nunca parecem fazer é ler livros. Consumimos ansiosamente esses programas e depois nos queixamos de que, no mundo real, as pessoas nunca leem - já que se comportam de acordo com os modelos apresentados na televisão. Então, o que mais estamos aprendendo inconscientemente com a televisão?

domingo, 12 de janeiro de 2020

MEIA NOITE EM PARIS

Stephane Wrembel executa "Bistro Fada", da trilha sonora do filme Meia Noite em Paris.

 
Paris... ah, Paris! Quem já caminhou pelas ruas, calçadas, praças, parques, cafés, restaurantes, museus e viu todas as cores e nuances de luz da capital francesa sabe que não existe uma cidade do mundo com aquele encanto. Há um charme, uma aura diferenciada. Woody Allen acerta na mosca ao fazer uma homenagem descarada para esta cidade com Meia-noite em Paris (Midnight in Paris). Ele retoma o seu texto ligeiro, esperto, com várias referências às artes e histórias da cidade e, de quebra, encontra a sua versão jovem em Owen Wilson. Bom rever Allen em sua melhor forma novamente. (Alessandra Ogeda - Sala de Cinema). Para ler toda crítica clique aqui.

sábado, 21 de dezembro de 2019

CAÇADORES E OBRAS PRIMAS

Imagem: Google
CAÇADORES E OBRAS PRIMAS - FILME
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

SÃO PAULO, 13 Fev (Reuters) - Em 1943, quando a 2ª Guerra Mundial entrava na reta final, um grupo de especialistas em arte, em boa parte norte-americanos, recebeu uma missão inusitada: descobrir os esconderijos de milhões de obras de arte roubadas pelos nazistas, impedindo sua destruição, agora que a derrota alemã começava a mostrar-se iminente.

O trabalho desse insólito esquadrão é retratado na aventura de época "Caçadores de Obras-Primas", dirigido e interpretado por George Clooney. Ele também assina, com seu habitual parceiro, Grant Heslov, o roteiro, que adapta o livro homônimo de Robert M. Edsel e Bret Witter.

Na história real, estes especialistas foram mais de 300, alguns deles mulheres. Na tela, por uma questão logística, eles são reduzidos a um pequeno grupo de sete homens, cujos nomes são, em geral, fictícios e não raro incorporam características de mais de um personagem verídico.

O líder é Frank Stokes (Clooney), que convence o presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt da importância de salvamento das obras de arte e dele recebe autorização para formar uma equipe e viajar para a Europa.

Stokes convoca o seu time: o curador de museu James Granger (Matt Damon), o escultor Walter Garfield (John Goodman), os arquitetos Preston Savitz (Bob Balaban) e Richard Campbell (Bill Murray), todos americanos. Também entram na roda o inglês Donald Jeffries (Hugh Bonneville, da série "Downton Abbey") e o francês Jean-Claude Clermont (Jean Dujardin).

Recebendo um precário treinamento militar prévio, eles se deslocam até os fronts de batalha, colocando a pele em risco para localizar as preciosas obras-primas europeias que os nazistas vinham saqueando, de instituições ou de coleções particulares - especialmente de judeus -, tendo em vista o sonho de Hitler de formar um imenso museu na Alemanha com o produto dessas apropriações.

Quando os alemães começam a sofrer derrotas dos Aliados, muitas dessas obras foram escondidas - algumas, destruídas. A ideia, então, é localizar os esconderijos e chegar a eles antes dos aliados russos - que, segundo o filme, pretendiam vender as obras para angariar recursos para pagar indenizações a suas próprias vítimas de guerra.

Enquanto isso, os experts do grupo americano tinham por missão devolver as obras a seus legítimos donos - um esforço que, na vida real, foi realizado no pós-guerra, já que o grupo funcionou até meados de 1951. Sem, no entanto, esgotar a missão. Ainda hoje, há diversas obras-primas desaparecidas, entre elas, trabalhos de mestres como Rafael, Monet e Rodin.

Sem pretender fixar-se demais na lição de história, "Caçadores de Obras-Primas" toma liberdades e injeta humor sempre que possível - como nas relações interpessoais entre os protagonistas. Nem por isso, perde de vista a ideia central da história, de que havia aqui uma série de pessoas que arriscava a própria vida para salvar a arte, um objetivo que não era inteiramente compreendido, ou mesmo bem-visto, pelo resto das tropas de seus próprios países. Nem todos os integrantes do esquadrão, aliás, sobreviveram.

Única mulher do elenco, a australiana Cate Blanchett interpreta a francesa Claire Simone, uma militante da Resistência que vigiou atentamente os saques nazistas no museu onde trabalhava, o Jeu de Paume, em Paris, organizando um detalhado registro das obras que dali foram levadas. Este registro, numa determinada altura, mostra-se indispensável para o trabalho dos comandados de Stokes.